Ver...
Ouvir...
Falar...
Pensar...
Sentir...
Agir...
O que diferencia cada coisa de normal para loucura?
O que define como deve ser? Onde? Quando?
Aliás, essas coisas deveriam mesmo ser definidas?
As vezes temos um pouco de controle sobre cada uma dessas coisas, mas ainda assim recebemos uma chuva de comentários e muitas vezes de críticas também quando nos expressamos, quando atendemos nossos instintos ou alimentamos nossa vontade, devido a uma sociedade de visão fechada e opinião afiada e automática.
E aliás, porque eu estou falando dessas coisas?
Não era exatamente nisso que eu estava pensando. Não era sobre isso o peso que eu estava sentindo, mas sim de coisas que não consigo ver, ouvir ou tocar, de um mundo que questionamos a todo momento se realmente existe...
Um desafio constante que enfrento é sobre a real liberdade da mente, essa que tem um potencial da qual ainda somos incapazes de entender e sequer de dominar. Algumas pessoas são um pouco mais evoluídas do que outras nesse sentido, e não estou falando só de inteligência lógica não, mas de sabedoria e até o que costumamos chamar de mediunidade. Contato com o sobrenatural, previsão do futuro...
O que é real, o que é imaginário e o que é fantasia nisso tudo?
Não temos como afirmar, pois essas coisas são concedidas/vivdas por cada um de forma única e particular, cada recebe certos dons e deve aprender a usá-los para não se perder...
Mais uma vez eu me pergunto: por que eu estou falando dessas coisas???
Liberdade.
Manter a mente livre, aberta para o que quer q eu esteja vivendo ou possa viver.
E por que postar isso em um blog que quase ninguém vê?
Necessidade.
Muitas vezes preciso expressar o que estou sentindo ou vivendo de alguma forma, e a maneira mais prática e funcional que encontrei para fazer isso é escrevendo. As vezes poemas, as vezes textos complexos, ou textos simples, ou palavras desencontradas, pescadas no fundo da mente simplesmente para pôr pra fora aquilo que não estou conseguindo entender, para quem sabe começar a entender um pouco dessa coisa toda...
É curioso como as vezes temos expressões... ou melhor, reações a coisas q as vezes nem entendemos como ou o porque daquilo, mas sempre tem algo que nos ajuda a controlar... a direcionar a coisa toda e assim nos sentirmos um pouco melhor.
E aí entra mais uma vez a questão de loucura x espiritualidade. Duas coisas que andam juntas e ao mesmo tempo são completamente opostas, quase rivais.
Mas enfim, essas são coisas que pretendo discutir em outros posts, algumas outras vezes...
E em resposta a pergunta q repeti aqui, conectando uma coisa a outra e até comprovando um pouco o que foi dito sobre pôr pra fora pra entender, quero compartilhar uma informação sobre mudanças bruscas de assunto: por mais que pareçam mudanças bruscas e muito estranhas, nosso cérebro as faz sempre devido a um estímulo gerado entre um assunto e outro que indiretamente acaba ligando-os.
(não foi exatamente assim q eu ouvi, mas é mais ou menos isso o que diz... vou pesquisar melhor e compartilho aqui...)
Só mais um comentário: usei como título desse post a palavra "loucuridade", da qual ouvi de uma amiga minha, meio maluca também, mas que me ensinou e me ensina muitas coisas, mesmo a distância...
E acho q finalmente vou levar esse blog um pouco mais a sério, com coisas úteis e inúteis as vezes...
Então... Seja o q Deus quiser!!!
O SOM DO CORAÇÃO
Blog dedicado a toda expressão verbal ou não verbal que temos, pois no fim todos somos um e todos somos sons, luz e energia que contagia de formas que sequer podemos imaginar.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Um toque de Jazz
Uma apaixonante descoberta para mim, Esperanza Spalding. Contrabaixista estaduniense que desde cedo navega nesse oceano musical.
E graças ao meu eterno amigo Wikipedia (que depois do Google é o meu maior salvador na busca de informações) conheci um pouquinho a história dela e me apaixonei mais ainda.
Esperanza foi criada sozinha pela mãe, que a influenciou e incentivou plenamente no meio musical. Começou a tocar violino aos quatro anos de idade e aos quinze se tornou primeira violinista em uma orquestra comunitária em Oregon, a The Chamber Music Society Of Oregon, mas aos poucos a música clássica foi perdendo o brilho e a paixão. Foi aí que conheceu o contrabaixo e começou a ter outras influências musicais, passando a tocar e cantar, e a conquistar dezenas, centenas e milhares de pessoas com sua música.
Em 2006, Experanza esteve no Brasil e gravou com a Ana Carolina a música Traição e esse ano tirou das mãos de Justin Bieber o Grammy de Artista Revelação (obrigado meu Deus por mais uma vez mostrar que vale a pena investir em música de verdade, de qualidade).
Atualmente compõe e leciona na Berklee College Of Music, e canta em inglês, espanhol e português.
Infelizmente, como meu amigo "Wiki" é meio incompleto, não tenho como contar muita coisa da forma rápida que eu gostaria, mas encontrei o site dela (http://www.esperanzaspalding.com/) e consegui algumas informações bacanas. Quem quiser e puder dar uma olhada, vale muito a pena.
E aqui está o vídeo dela com a Ana Carolina:
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
E agora?
Tem horas que a cabeça fica tão bagunçada que não dá pra entender se estamos de saco cheio com tanto barulho ou procurando algo para preencher o silêncio.
Mas como assim? Como se pode confundir se o que pesa é barulho ou silêncio? Tarefas ou ociosidade? Pressão ou sossego?
É estranho dizer, mas tem hora que estamos tão saturados de tudo de uma forma tão grande, que nada importa além da encheção de saco que acreditamos viver, e as vezes isso acontece sem motivo algum. Nisso saímos desembestados a procura da batida perfeita como disse Marcelo D2, só que é tão difícil encontrá-la, principalmente quando não sabemos sequer o que estamos procurando...
Costumo dizer que na dúvida, quando não se sabe o que fazer, é melhor nem fazer nada. Mas as vezes, não dá pra simplesmente parar e deixar a vida acontecer, as vezes temos que dar um jeito de resolver as coisas, mesmo com o peso do mundo sobre os ombros, mesmo com uma frota de carretas amarrada nas costas. Temos que respirar fundo e seguir, não ceder ao medo, a covardia ou a confusão por não saber se o que incomoda é o excesso ou a ausência do som que nos move.
Uma coisa é certa: Não dá p fazer o bem sem estar bem.
E na minha opinião, muitas vezes o bem real está escondido no meio termo que somos induzidos ou obrigados a renegar...
Mas como assim? Como se pode confundir se o que pesa é barulho ou silêncio? Tarefas ou ociosidade? Pressão ou sossego?
É estranho dizer, mas tem hora que estamos tão saturados de tudo de uma forma tão grande, que nada importa além da encheção de saco que acreditamos viver, e as vezes isso acontece sem motivo algum. Nisso saímos desembestados a procura da batida perfeita como disse Marcelo D2, só que é tão difícil encontrá-la, principalmente quando não sabemos sequer o que estamos procurando...
Costumo dizer que na dúvida, quando não se sabe o que fazer, é melhor nem fazer nada. Mas as vezes, não dá pra simplesmente parar e deixar a vida acontecer, as vezes temos que dar um jeito de resolver as coisas, mesmo com o peso do mundo sobre os ombros, mesmo com uma frota de carretas amarrada nas costas. Temos que respirar fundo e seguir, não ceder ao medo, a covardia ou a confusão por não saber se o que incomoda é o excesso ou a ausência do som que nos move.
Uma coisa é certa: Não dá p fazer o bem sem estar bem.
E na minha opinião, muitas vezes o bem real está escondido no meio termo que somos induzidos ou obrigados a renegar...
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
7 letras...
Eu te amo.
Palavras simples e repletas de sentido, significado e sentimento.
Ma o que realmente representam?
Há quem use como bom dia, boa tarde, boa noite. Há quem não use com receio de desgastar, de se tornarem vãs, falsas ou algo do tipo. Há quem use calculadamente para não perderem o encanto. Há quem só use com a família. Há quem só use com o amado(a). Há quem só as use para Deus, ou só use para os homens. Há quem aprove assim como há quem discorde.
Enfim, 3 palavras simples e que podem mover mundos.
Mas o que dizer sobre elas?
Há alguma forma correta de usá-las? Ou melhor, há algo certo ou errado com elas?
Na minha opinião não, pelo menos não com elas, mas com o que se esconde atrás delas.
Muita gente costuma usar essas palavras sem o menor conteúdo, sem o menor sentimento e sequer pensar no principal: a expectativa de quem vai ouvir, que é o que realmente importa.
Musica aos ouvidos de alguns, maldição nos ouvidos de outros, que assim como qualquer som, pode ferir mortalmente a quem atinge e destruir definitivamente a quem proclama.
Por outro lado, não dá para generalizar ou condenar que as usa em aparente demasia. Afinal, quem somos nós para dizer se é ou não verdade o que está sendo dito, ou até mesmo vivido por quem as diz?
Infelizmente são palavras que estão perdendo a força e o sentido, mas que ainda representa muito para quem sabe vivê-las bem, independente da freqüência com que as diz...
Palavras simples e repletas de sentido, significado e sentimento.
Ma o que realmente representam?
Há quem use como bom dia, boa tarde, boa noite. Há quem não use com receio de desgastar, de se tornarem vãs, falsas ou algo do tipo. Há quem use calculadamente para não perderem o encanto. Há quem só use com a família. Há quem só use com o amado(a). Há quem só as use para Deus, ou só use para os homens. Há quem aprove assim como há quem discorde.
Enfim, 3 palavras simples e que podem mover mundos.
Mas o que dizer sobre elas?
Há alguma forma correta de usá-las? Ou melhor, há algo certo ou errado com elas?
Na minha opinião não, pelo menos não com elas, mas com o que se esconde atrás delas.
Muita gente costuma usar essas palavras sem o menor conteúdo, sem o menor sentimento e sequer pensar no principal: a expectativa de quem vai ouvir, que é o que realmente importa.
Musica aos ouvidos de alguns, maldição nos ouvidos de outros, que assim como qualquer som, pode ferir mortalmente a quem atinge e destruir definitivamente a quem proclama.
Por outro lado, não dá para generalizar ou condenar que as usa em aparente demasia. Afinal, quem somos nós para dizer se é ou não verdade o que está sendo dito, ou até mesmo vivido por quem as diz?
Infelizmente são palavras que estão perdendo a força e o sentido, mas que ainda representa muito para quem sabe vivê-las bem, independente da freqüência com que as diz...
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Apresentação
O som é a propagação de uma frente de compressão mecânica ou onda mecânica; esta onda se propaga de forma circuncêntrica, apenas em meios materiais - que têm massa e elasticidade, como os sólidos, líquidos ou gasosos.
Os sons naturais são, na sua maior parte, combinações de sinais, (...) usados de várias maneiras, muito especialmente para comunicação através da fala ou, por exemplo, música. A percepção do som também pode ser usada para adquirir informações sobre o ambiente em propriedades como características espaciais (forma, topografia) e presença de outros animais ou objetos.
Uma definição técnica, resumida e pratica sobre o que é som. Como já experienciado, esse é um assunto que pode reder inúmeras reflecções e discussões, que quero poder compartilhar nesse blog, passando pelas propriedades sonoras que conhecemos e que vamos descobrir.
Mas a intenção não é fazer disso uma fonte de informação sobre o que é som, uma espécie de enciclopédia. Pra isso existem escolas, bibliotecas e sites didaticos.
Blogs foram feitos para compartilhar pensamentos, idéias e experiências, preferencialmente de uma forma divertida.
Então todos a bordo.
Sejam muito bem vindos a nossa intensa viagem.
=]
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